só vim avisar que mudei de lugar o blog, se quiser continuar lendo vá em: http://butterfliesandreams.tumblr.com/
vou deletar este aquii daqui uns dias!
beijinhooos
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
The first Day I see you ‘
dificil pra mim deixar que todo mundo leia o post de hoje, morro de vergonha :# principalmente por se tratar da minha vidinha diretamente. Mas bem, eu vou postar mesmo assim *o* só não vou postar o restinho da história porque eu ainda to escrevendo e porque eu acho que se um dia alguém ler ela inteira (no caso, mesmo que alguém saiba ela inteira, vai estar lendo do meu ponto de vista) tem que ser alguém relacionado a ela. sabe quem né? *-*
Festa de criança, adoooro. Mas não sei dizer se estava empolgada para esta, ou apenas pensando que seria mais um encontro com pessoas desagradáveis da família. Bom, ao menos teriam doces e salgados, e também algumas crianças para me divertir. Sim, eu adoro crianças, - por mais estranho que isso pareça -. A verdade é que elas são divertidas, mesmo que as vezes nos tirem do sério, elas são felizes, sempre e não tem toda aquela preocupação de gente grande.
É claro que mesmo que eu quisesse muito ir aquela festa eu não ia fazer uma super produção para ver a ‘parentada’ toda. Então eu estava com uma roupa básica, chapinha básica e not make. Mas eu não estava nem ligando. O importante mesmo era comer, haha.
Como sempre, cheguei depois de todo mundo e passei por aquela situação chata de oi e sorrisinhos para lá e para cá. Um porre. E todas as crianças já estavam lá, com a corda toda. Assim que a minha prima, que é uma criança, me viu não desgrudou mais de mim um segundo... Era Grêta pra cá, Grêta pra lá...
Todas as crianças queriam brincar de esconde-esconde, e eu não sou de negar uma brincadeira a um monte de criancinhas fofas, então brinquei junto. Estávamos no pátio da casa onde a festa estava acontecendo, que era a associação ao lado do trabalho da minha avó. Eu adorava aquele lugar. Me sinto livre lá.
Estávamos no pátio da frente, era a segunda rodada da brincadeira e já não era mais eu quem tinha de procurar. Me escondi atrás de uma árvore, ficando de costas para a grade e para toda a rua. Parei também em uma posição bastante agradável e estou sendo irônica neste instante. Como disse antes, estava de costas para a rua, com as mãos apoiadas nos joelhos e as costas inclinadas para a frente, ou resumidamente, empinando a bunda para a rua. Mas sem esta intenção, é claro. Afinal, que idiota no mundo teria a idéia genial de se esconder atrás de uma arvore com a bunda empinada sabendo que qualquer um poderia passar e ver? É, eu mesma.
Não lembro quem era a criança que estava contando, mas a contagem terminou e a minha prima veio se esconder comigo depois que a outra criança já estava com os olhos abertos. E assim ela me achou, mas era quase um pic-esconde essa brincadeira, e eu tinha de sair correndo. Olhei para o lado para ver se não tinha nenhuma criança que eu pudesse derrubar, e o vi. Eram dois garotos andando de bicicleta. Mas eu só vi o que estava na segunda bicicleta, um pouco atrás. Ah, como era bonito. E eu sabia que o conhecia de algum lugar. Era o baixinho bonitinho da escola que há meses atrás eu havia visto, e também me encantado. Mas agora era mais do que o baixinho bonitinho ao lado do bebedouro. Era o garoto do cabelo bonito, e que agora tinha um sorriso lindo também. Ele estava sorrindo para mim. E acho que eu estava sorrindo para ele, mesmo sem perceber. Nós estávamos encarando um ao outro, e sabíamos, mas não tenho certeza de que percebemos isso. Acredito que tenham sido apenas alguns segundos, pois logo uma criança me segurou e disse ‘te achei’. Mas eu a ignorei e continuei a olhar e sorrir para o menino do sorriso bonito e ele desapareceu quando passou das grades daquele pátio. Não podem ter sido apenas segundos, o rosto dele não saia do meu pensamento, e tenho certeza de que o sorriso idiota não saiu do meu rosto, pois foi aí que percebi que estava sorrindo para ele.
Logo minha dinda estava chamando a mim e as crianças para sair da rua e do sol quente. Eu não queria entrar. E se ele passasse de novo? Tudo que vai, volta, então ele tinha de voltar. Ele poderia estar indo para o centro, certo? Eu preciso ir embora e ir para o centro.
Passei na casa de uma amiga e fomos juntas ao centro, mas não o vi mais. Pelo menos não naquele dia... só em todos os outros na escola, mas sem conversar, sem nem ao menos se conhecer. Era só uma coisa visual mesmo :~ mas as coisas mudam, certo? *-*
Festa de criança, adoooro. Mas não sei dizer se estava empolgada para esta, ou apenas pensando que seria mais um encontro com pessoas desagradáveis da família. Bom, ao menos teriam doces e salgados, e também algumas crianças para me divertir. Sim, eu adoro crianças, - por mais estranho que isso pareça -. A verdade é que elas são divertidas, mesmo que as vezes nos tirem do sério, elas são felizes, sempre e não tem toda aquela preocupação de gente grande.
É claro que mesmo que eu quisesse muito ir aquela festa eu não ia fazer uma super produção para ver a ‘parentada’ toda. Então eu estava com uma roupa básica, chapinha básica e not make. Mas eu não estava nem ligando. O importante mesmo era comer, haha.
Como sempre, cheguei depois de todo mundo e passei por aquela situação chata de oi e sorrisinhos para lá e para cá. Um porre. E todas as crianças já estavam lá, com a corda toda. Assim que a minha prima, que é uma criança, me viu não desgrudou mais de mim um segundo... Era Grêta pra cá, Grêta pra lá...
Todas as crianças queriam brincar de esconde-esconde, e eu não sou de negar uma brincadeira a um monte de criancinhas fofas, então brinquei junto. Estávamos no pátio da casa onde a festa estava acontecendo, que era a associação ao lado do trabalho da minha avó. Eu adorava aquele lugar. Me sinto livre lá.
Estávamos no pátio da frente, era a segunda rodada da brincadeira e já não era mais eu quem tinha de procurar. Me escondi atrás de uma árvore, ficando de costas para a grade e para toda a rua. Parei também em uma posição bastante agradável e estou sendo irônica neste instante. Como disse antes, estava de costas para a rua, com as mãos apoiadas nos joelhos e as costas inclinadas para a frente, ou resumidamente, empinando a bunda para a rua. Mas sem esta intenção, é claro. Afinal, que idiota no mundo teria a idéia genial de se esconder atrás de uma arvore com a bunda empinada sabendo que qualquer um poderia passar e ver? É, eu mesma.
Não lembro quem era a criança que estava contando, mas a contagem terminou e a minha prima veio se esconder comigo depois que a outra criança já estava com os olhos abertos. E assim ela me achou, mas era quase um pic-esconde essa brincadeira, e eu tinha de sair correndo. Olhei para o lado para ver se não tinha nenhuma criança que eu pudesse derrubar, e o vi. Eram dois garotos andando de bicicleta. Mas eu só vi o que estava na segunda bicicleta, um pouco atrás. Ah, como era bonito. E eu sabia que o conhecia de algum lugar. Era o baixinho bonitinho da escola que há meses atrás eu havia visto, e também me encantado. Mas agora era mais do que o baixinho bonitinho ao lado do bebedouro. Era o garoto do cabelo bonito, e que agora tinha um sorriso lindo também. Ele estava sorrindo para mim. E acho que eu estava sorrindo para ele, mesmo sem perceber. Nós estávamos encarando um ao outro, e sabíamos, mas não tenho certeza de que percebemos isso. Acredito que tenham sido apenas alguns segundos, pois logo uma criança me segurou e disse ‘te achei’. Mas eu a ignorei e continuei a olhar e sorrir para o menino do sorriso bonito e ele desapareceu quando passou das grades daquele pátio. Não podem ter sido apenas segundos, o rosto dele não saia do meu pensamento, e tenho certeza de que o sorriso idiota não saiu do meu rosto, pois foi aí que percebi que estava sorrindo para ele.
Logo minha dinda estava chamando a mim e as crianças para sair da rua e do sol quente. Eu não queria entrar. E se ele passasse de novo? Tudo que vai, volta, então ele tinha de voltar. Ele poderia estar indo para o centro, certo? Eu preciso ir embora e ir para o centro.
Passei na casa de uma amiga e fomos juntas ao centro, mas não o vi mais. Pelo menos não naquele dia... só em todos os outros na escola, mas sem conversar, sem nem ao menos se conhecer. Era só uma coisa visual mesmo :~ mas as coisas mudam, certo? *-*
domingo, 18 de abril de 2010
confiança;
Você sente uma enorme necessidade de confiar nos outros? Bem, eu sinto. Eu preciso disso, preciso confiar nas pessoas a minha volta, se não eu não fico bem. Acontece que na maioria das vezes eu não confio em ninguém, ou confio em qualquer pessoa que apareça na minha frente e acabo me decepcionando. Acho que por causa disso eu tenho tanto medo e tanta necessidade de confiança.
Mas a verdade é que ninguém é completamente confiável a outra pessoa que não seja você mesmo. Afinal, se você tem um segredo e você conta para alguém, porque espera que essa pessoa o guarde, se você mesmo não conseguiu? Pessoas mudam, se distanciam e deixam de ter o compromisso de confiança umas com as outras, se é que um dia existiu. Então é fato que, se você confia demasiadamente em determinada pessoa, você literalmente quebra a cara.
Eu acho que as pessoas deveriam tentar confiar mais nelas mesmas do que nos outros. Você não sentirá mais tanta necessidade de confiar nos outros como sente agora. Mas o pior de tudo é que eu sei disso. Sei, mas não faço. Continuo tentando e falhando em confiar nas pessoas. Não consigo, não confio, nunca. Mesmo que pareça, eu não confio. Mesmo que eu diga, eu não confio. Mas preciso. É claro que não estou lhe dizendo para desconfiar de tudo e todos. Mas se você realmente confiar em você, não vai mais sentir esta necessidade de confiar nos outros. Não vai mais ser necessário, porque você já tem a você mesmo e é tudo que precisa. E aí você consegue confiar, sem precisar, e não se decepcionar! :)beijinhooos
quinta-feira, 15 de abril de 2010
oito meses ♥
São seus olhos meu amor, seus olhos. Não. É a maneira como você olha para mim. E é o seu sorriso, principalmente quando está sorrindo para mim. Foi a primeira vez em que eu vi você sorrir, foi quando eu me apaixonei por você. E são todas as coisas boas que você me faz sentir, são elas que me fazem ficar cada dia e cada momento mais apaixonada por você. O seu abraço me traz proteção. Seu carinho é o motivo do meu riso todo dia. E o seu amor é o meu maior motivo para ser feliz. Eu quero te amar todos os dias e a cada segundo da minha vida. Você É a minha vida agora e vai ser para sempre.
♪ Nuvens cheias de estrelas cobrem seu céu
E eu espero que chova
Você é a canção de ninar perfeita
Em que tipo de sonho eu estou?
E eu espero que chova
Você é a canção de ninar perfeita
Em que tipo de sonho eu estou?
De qualquer jeito, eu não quero acordar de você.
Alguém me belisque, seu amor é muito bom pra ser
verdade. ♪
verdade. ♪
segunda-feira, 12 de abril de 2010
who's standing next to you?
Imagine a future moment in your life where all your dreams come true. You know, it's the greatest moment of your life and you get to experience it with one person. Who's standing next to you?
sábado, 10 de abril de 2010
they knew better still you said forever ♪
Eu acho que as pessoas tem noção do que elas fazem, mesmo chapadas bebadas ou sei lá o que, elas sabem o que fazem e sabem que cada minima coisa que fizerem vai ter um resultado. Certo? Então, tendo essa consciência, se a pessoa insiste em fazer as coisas não precisamos ter pena ou TENTAR ignorar o que essa pessoa faz. Você tem consciencia das suas atitudes, não vem reclamar depois! ;)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
As pessoas não mudam. Mas elas podem. Elas só não mudam, pois é mais fácil não mudar. Estamos sempre esperando para o começo das nossas vidas. Esperando sermos outra pessoa algum dia. Pelo que estamos esperando? Só temos o agora, não fuja disso.
Quase todos os meus posts aqui foram sobre como eu queria mudar, e eu realmente desejo por isso dia e noite, mudar. Mudar cada minimo detalhe das coisas que eu faço, porque nada nunca é suficiente para ninguém. E mesmo quando você atinge seu objetivo, é pouco. Porque não tentamos simplesmente nos aceitar como somos ao invés de procurar sempre por um novo defeito para reclamar? Seria tão melhor se fosse assim... Tenho um defeito? tenho vários defeitos? siiim, adoro eles! - não, nem em sonho alguém seria assim. Poderia dizer que é, dizer que não se importa com seus defeitos e com o que os outros acham deles, mas é mentira. A própria pessoa pode acreditar no que diz, mas é mentira. Mas então, se odiamos tanto nossos próprios defeitos, porque damos tanto valor a eles? Quando me pedem para citar um defeito meu, não consigo dizer apenas um, digo vários, porém quando me pedem uma qualidade, fico horas pensando e não respondo nada. É ridiculo dar tanto valor a algo que tanto odiamos. Mas também fazemos isso aos outros, olhamos demais para os defeitos dos outros e julgamos eles, sem as vezes perceber que somos iguais. Ou então vemos tantas qualidades nas outras pessoas, somente coisas boas, isso não está errado. Errado é você ver tanta qualidade em alguém que não seja você, e quando olha para si mesmo, só vê coisas ruins. Você também tem a sua parte boa! Valorize-a, para que os outros possam fazer o mesmo. Ninguém gosta de uma pessoa que só vê lado ruim em si mesma, ou de alguém que vive em constante mudança. Seja você mesmo, com defeitos e qualidades, seja você inteirinho. E é claro que vai ter sempre alguém para te julgar e te lembrar dos seus defeitos. Ria deles! Dos defeitos, e das pessoas que os julgam, mas nunca, nunquinha, deixe de ser você mesmo. Tenho certeza que por pior que você se ache, as pessoas vão gostar.
sábado, 3 de abril de 2010
eu preciso mudar, tenho que parar de falar tanto e começar a agir tanto. E acho que o primeiro passo para isso é parar de falar que vou fazer uma coisa sem ter a certeza de que vou fazer, e só posso ter a certeza depois de ter feito. Então vou começar a agir primeiro, falar depois. Mas e aí? já tô falando que vou fazer uma coisa que não tenho certeza se vou. :~ buut eu vou tentar, é isso aí. Eu vou tentar agir mais do que costumo agir e de maneira diferente.
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terça-feira, 30 de março de 2010
eu vou guardar o que senti quando te vi pela primeira vez ♪
E então o que é melhor, se arrepender de fazer o que foi preciso fazer e não poder voltar atras mesmo que isso te mate por dentro? ou seria não fazer e continuar se machucando até que outra pessoa fizesse o que você devia ter feito - ou pior, deixar chegar ao ponto em que você acabe explodindo com o mundo por não aguentar mais determinada situação? Eu queria que alguém me respondesse essa pergunta, e dissesse 'grêta, faz tal coisa, tu não vai se arrepender e vai ser o melhor pra ti, não vai doer, nem por um segundo.' Existe alguém capaz de me dar a certeza sobre minhas duvidas?
Mas foi fenomenal!
Eu vou guardar o que senti quando te vi pela primeira vez. ♪
Mas foi fenomenal!
Eu vou guardar o que senti quando te vi pela primeira vez. ♪
segunda-feira, 29 de março de 2010
Eu preciso falar sobre uma coisa que eu andei refletindo e que eu preciso, com urgência, mudar. Acontece que, algumas pessoas costumam pensar que podem nos fazer de idiotas - e em certas vezes, elas tem razão. Mas o problema é que, eu vejo o que as pessoas fazem. Eu sei que elas estão tentando me fazer de idiota, mas supostamente não estariam conseguindo, já que eu percebi isso. Porém, eu deixo que a pessoa tenha a ilusão de que eu não sei das coisas, e há um pequeno tempo atras eu pensava nisso como algo bom. Agora meu pensamento mudou. É que, enquanto eu deixo as pessoas pensarem que estão atingindo seu objetivo, eu estou lhes permitindo que façam isso, mesmo quando eu sei da "verdade". Então, de que me adianta perceber as coisas, se continuo deixando que essas coisas aconteçam? /não faz sentido nenhum. Eu preciso e vou mudar isso, vou deixar bem claro para essas pessoas que tentam me fazer de idiota que eu estou vendo o que elas estão fazendo e seus planos não estão dando certo!
#tô dando um basta em tudo que tem me feito mal, cansei de me fazer de fraca.
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domingo, 28 de março de 2010
Nostalgia.
Acordei cedo hoje, em resultado das dezesseis horas de sono na noite anterior, e liguei a tv pra ficar assistindo até o sono voltar. Mas em pleno domingo não se passa nada de bom na tv. Coloquei na record porque tava dando desenhos e fiquei lá, embaixo das cobertas olhando pica pau. Me bateu uma saudade daquele tempinho em que eu acordava super cedo pra olhar dezenhos e tomava um leite com nescau quentinho que a mamãe preparava. Ô tempo bom aquele! Não queria mais levantar dali nunca mais, :s Como eu queria não precisar mais ir pra escola de manhã cedo, e conseguir acordar cedo, principalmente, para olhar dezenhos bobinhos, mesmo que a mãe não faça o leite com nescau quentinho. haha
beijinhoos
beijinhoos
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