dificil pra mim deixar que todo mundo leia o post de hoje, morro de vergonha :# principalmente por se tratar da minha vidinha diretamente. Mas bem, eu vou postar mesmo assim *o* só não vou postar o restinho da história porque eu ainda to escrevendo e porque eu acho que se um dia alguém ler ela inteira (no caso, mesmo que alguém saiba ela inteira, vai estar lendo do meu ponto de vista) tem que ser alguém relacionado a ela. sabe quem né? *-*
Festa de criança, adoooro. Mas não sei dizer se estava empolgada para esta, ou apenas pensando que seria mais um encontro com pessoas desagradáveis da família. Bom, ao menos teriam doces e salgados, e também algumas crianças para me divertir. Sim, eu adoro crianças, - por mais estranho que isso pareça -. A verdade é que elas são divertidas, mesmo que as vezes nos tirem do sério, elas são felizes, sempre e não tem toda aquela preocupação de gente grande.
É claro que mesmo que eu quisesse muito ir aquela festa eu não ia fazer uma super produção para ver a ‘parentada’ toda. Então eu estava com uma roupa básica, chapinha básica e not make. Mas eu não estava nem ligando. O importante mesmo era comer, haha.
Como sempre, cheguei depois de todo mundo e passei por aquela situação chata de oi e sorrisinhos para lá e para cá. Um porre. E todas as crianças já estavam lá, com a corda toda. Assim que a minha prima, que é uma criança, me viu não desgrudou mais de mim um segundo... Era Grêta pra cá, Grêta pra lá...
Todas as crianças queriam brincar de esconde-esconde, e eu não sou de negar uma brincadeira a um monte de criancinhas fofas, então brinquei junto. Estávamos no pátio da casa onde a festa estava acontecendo, que era a associação ao lado do trabalho da minha avó. Eu adorava aquele lugar. Me sinto livre lá.
Estávamos no pátio da frente, era a segunda rodada da brincadeira e já não era mais eu quem tinha de procurar. Me escondi atrás de uma árvore, ficando de costas para a grade e para toda a rua. Parei também em uma posição bastante agradável e estou sendo irônica neste instante. Como disse antes, estava de costas para a rua, com as mãos apoiadas nos joelhos e as costas inclinadas para a frente, ou resumidamente, empinando a bunda para a rua. Mas sem esta intenção, é claro. Afinal, que idiota no mundo teria a idéia genial de se esconder atrás de uma arvore com a bunda empinada sabendo que qualquer um poderia passar e ver? É, eu mesma.
Não lembro quem era a criança que estava contando, mas a contagem terminou e a minha prima veio se esconder comigo depois que a outra criança já estava com os olhos abertos. E assim ela me achou, mas era quase um pic-esconde essa brincadeira, e eu tinha de sair correndo. Olhei para o lado para ver se não tinha nenhuma criança que eu pudesse derrubar, e o vi. Eram dois garotos andando de bicicleta. Mas eu só vi o que estava na segunda bicicleta, um pouco atrás. Ah, como era bonito. E eu sabia que o conhecia de algum lugar. Era o baixinho bonitinho da escola que há meses atrás eu havia visto, e também me encantado. Mas agora era mais do que o baixinho bonitinho ao lado do bebedouro. Era o garoto do cabelo bonito, e que agora tinha um sorriso lindo também. Ele estava sorrindo para mim. E acho que eu estava sorrindo para ele, mesmo sem perceber. Nós estávamos encarando um ao outro, e sabíamos, mas não tenho certeza de que percebemos isso. Acredito que tenham sido apenas alguns segundos, pois logo uma criança me segurou e disse ‘te achei’. Mas eu a ignorei e continuei a olhar e sorrir para o menino do sorriso bonito e ele desapareceu quando passou das grades daquele pátio. Não podem ter sido apenas segundos, o rosto dele não saia do meu pensamento, e tenho certeza de que o sorriso idiota não saiu do meu rosto, pois foi aí que percebi que estava sorrindo para ele.
Logo minha dinda estava chamando a mim e as crianças para sair da rua e do sol quente. Eu não queria entrar. E se ele passasse de novo? Tudo que vai, volta, então ele tinha de voltar. Ele poderia estar indo para o centro, certo? Eu preciso ir embora e ir para o centro.
Passei na casa de uma amiga e fomos juntas ao centro, mas não o vi mais. Pelo menos não naquele dia... só em todos os outros na escola, mas sem conversar, sem nem ao menos se conhecer. Era só uma coisa visual mesmo :~ mas as coisas mudam, certo? *-*
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirque liindo *-* continuua :~
ResponderExcluirOlá gostei do seu post,vc esta certo tudo muda,qm sabe vcs ainda acabem juntos né?.Bom gostei do seu blog por isso to seguindo,de uma olhada no meu se gostar me siga.Bjs e boa sorte com ele
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